A seleção de futebol da República Democrática do Congo, adversária de Portugal, terá de permanecer isolada numa "bolha sanitária" durante 21 dias para evitar qualquer contaminação pelo vírus Ébola, caso queira disputar o Mundial'2026 nos EUA, indicou a Casa Branca.
"Fomos muito claros com a República Democrática do Congo: têm de manter a integridade da sua bolha durante 21 dias antes de poderem chegar a Houston, em 11 de junho", afirmou na sexta-feira Andrew Giuliani, responsável da equipa da Casa Branca encarregada da organização do Mundial'2026, em declarações ao canal desportivo ESPN.
Para cumprir este prazo, a seleção congolesa, que se encontra atualmente em estágio de preparação na Bélgica, deveria iniciar o isolamento já esta sexta-feira.
"Se outras pessoas vierem juntar-se à seleção, terão de permanecer numa bolha distinta da equipa", acrescentou Giuliani.
O responsável norte-americano advertiu ainda que, "caso uma dessas pessoas apresente sintomas, toda a equipa corre o risco de não poder participar no Mundial", que decorre nos Estados Unidos, Canadá e México.
Num comunicado enviado à agência AFP, Giuliani confirmou que a Casa Branca está a "encorajar a equipa a proteger os seus jogadores de exposições desnecessárias e a preservar a integridade da bolha, de forma a garantir a participação no torneio".

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