Na longa entrevista dada ao 'The Athletic', Diogo Costa abordou, claro está, o Mundial'2026 onde Portugal ficou inserido no Grupo K (com a Colômbia, Uzbequistão e o vencedor do caminho 1 do playoff - Congo, Jamaica ou Nova Caledónia). O internacional português não escondeu a ambição da Seleção Nacional e a vontade da equipa das quinas honrar Diogo Jota.
"A nossa expectativa, tal como a de todos os portugueses, e até mesmo a nível global, todos sabem que a seleção portuguesa é candidata a ganhar. Qualidade não falta, mas obviamente temos essa expectativa alta, temos essa exigência de ganhar o Mundial, não apenas pela qualidade, mas também pelo lado muito sentimental. Depois do que aconteceu com o Diogo Jota e o seu irmão também queremos muito honrá-los ganhando esse título. [Morte de Diogo Jota] Ainda é algo difícil de falar. Quando falamos do Diogo, falamos das excelentes memórias que temos dele como pessoa e como jogador. É um assunto difícil, não é muito falado, mas é algo que é muito sentido por todos. O Diogo Jota era um jogador com estatísticas muito boas, mas, enquanto pessoa, era uma daquelas pessoas de que toda a gente gosta dentro do balneário, pela sua personalidade e pela sua maneira de ser. Isso é o que nos marca mais, a sua personalidade e o seu carácter. Não é algo de que falemos muito, mas é algo que sentimos muito e queremos honrá-lo. Tenho certeza de que ele vai estar no nosso balneário e espero que ele nos ajude, lá de cima, a tornar esse sonho realidade", afirmou.
Sobre o trabalho de Roberto Martínez à frente da Seleção Nacional, Diogo Costa sublinhou as "novas ideias" o jogo moderno que o técnico trouxe à equipa. "Acima de tudo, é um treinador que conhece os jogos que tem e sabe o que pode fazer, dentro da sua ideia de jogo, para que cada um de nós possa sobressair ao máximo. E nós, os jogadores, estamos muito felizes por trabalhar com ele e já temos um título ganho em conjunto."










