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domingo, 19 de abril de 2026

Presidente da FPF felicita Gonçalo Guedes pela conquista da Taça do Rei de Espanha

 

O avançado internacional português Gonçalo Guedes, vencedor da Taça do Rei ao serviço da Real Sociedad, foi felicitado no sábado pelo presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

"Parabéns a Gonçalo Guedes pela conquista da Taça do Rei pela Real Sociedad! Felicitações, em nome da FPF, ao nosso internacional por representar o futebol português numa prova tão prestigiada, a premiar uma grande campanha", afirmou Pedro Proença, numa mensagem divulgada no sítio oficial do organismo na Internet.

A Real Sociedad conquistou a Taça do Rei de Espanha pela quarta vez, reeditando os êxitos de 1909, 1986/87 e 2019/20, ao vencer o Atlético de Madrid no desempate por penáltis (4-3), após empate 2-2 no fim do tempo regulamentar e do prolongamento, numa final disputada no Estádio La Cartuja, em Sevilha.

Gonçalo Guedes foi titular pelos bascos e esteve envolvido nos dois golos do conjunto de San Sebastián nos 90 minutos, antes de sair aos 78.

O extremo já tinha arrebatado a Taça do Rei pelo Valência, numa final disputada frente ao Barcelona (2-1), que se realizou em maio de 2019, um mês antes de anotar o golo com que Portugal bateu a Holanda (1-0), no jogo decisivo da edição inaugural da Liga das Nações, no Porto.

A Real Sociedad sucedeu no palmarés ao campeão espanhol e líder isolado do campeonato Barcelona, recordista de conquistas (32), enquanto o At. Madrid continua com 10, o último dos quais em 2012/13, e já não vence troféus há quase cinco anos.

Final da 'Champions' africana é momento "mais alto" do técnico Alexandre Santos

 

O treinador Alexandre Santos assumiu hoje que o apuramento dos marroquinos do FAR Rabat para a final da Liga dos Campeões africanos de futebol é o ponto mais alto da sua carreira.

O FAR Rabat afastou nas meias-finais os também marroquinos do Berkane, perdendo hoje fora por 1-0, depois de ter ganho em casa por 2-0. Na final vai enfrentar os sul-africanos Mamelodi Sundowns, orientados pelo seu compatriota Miguel Cardoso.

"Atingir a final da Liga dos Campeões de África é atingir o topo do topo. Já ganhei títulos em Angola, mas não são coisas comparáveis. Efetivamente, é um momento histórico para mim e para a minha equipa técnica. Mas ainda não ganhamos...", disse, em declarações à Lusa.

Em Angola, Alexandre Santos tinha sido tricampeão ao serviço do Petro de Luanda em 2022, 2023 e 2024, anos nos quais também conquistou a Taça, juntando-lhe ainda a Supertaça de 2023.

"Isto é um momento histórico para o clube, que há 40 anos (1985) ganhou a primeira edição da Liga dos Campeões e a partir daí nunca mais esteve nestes momentos, nestas finais. É único", congratulou-se o técnico, que na época passada tinha levado o emblema marroquino até aos quartos de final.

Alexandre Santos destacou o "muito trabalho" de todo o grupo que considera "merecedor" de voltar aos grandes palcos internacionais, agora numa final na qual vai encontrar o Mamelodi Sundowns.

"Vai haver um treinador campeão de África, depois do consagrado Manuel José, pelo que o futebol português está de parabéns, tal como o Miguel Cardoso", elogiou, referindo-se ao compatriota que vai para a terceira final seguida.

Miguel Cardoso esteve presente nas finais de 2023/24, ao serviço dos tunisinos do Espérance de Tunis, e de 2024/25, pela formação da África do Sul, tendo perdido ambas.

O técnico congratula-se pelo "sucesso" que os treinadores portugueses têm conseguido nos vários pontos do planeta, pelo que destacou a "conceituada escola" lusa.

Alexandre Santos elegeu o "trabalho coletivo e crença dos jogadores no processo" como os principais fatores do sucesso da sua equipa, que, admite, não tem a mesma experiência do rival Mamelodi Sundowns, que venceu a competição em 2016.

"Não temos o seu histórico de estar nas fases decisivas, mas vamos bater-nos com tudo e acreditar nas nossas hipóteses. Vamos fazer tudo para no final conseguirmos erguer o troféu", concluiu.

Milan de olho em Diomande

 

O Milan está de olho em Diomande, de acordo com Nicolò Schira, jornalista italiano do ‘Calciomercato’. De acordo com o especialista em transferências, o clube rossoneri apreciou o desempenho do costa-marfinense na Liga dos Campeões e está disposto a entrar na luta com alguns clubes ingleses.

Tal como Record já noticiou, o central, de 22 anos, está referenciado por emblemas como Manchester United, Chelsea, Newcastle e Arsenal, contra quem o defesa se destacou.

sábado, 18 de abril de 2026

Participação do Benfica na próxima edição da UEFA Youth League está em risco

 

Se o Benfica vencesse a presente edição da Youth League tinha presença garantida na competição na próxima temporada. Agora, permanece a dúvida se irá conseguir essa vaga. Para tal, a equipa principal terá de conseguir o apuramento para a Liga dos Campeões ou a formação de juniores ser campeã do referido escalão.

Nesta altura, nenhum desses cenários está garantido. As águias ocupam a terceira posição da Liga e estão em segundo – com os mesmos pontos do Rio Ave – no nacional de juniores. Mas se o FC Porto vencer a Liga Betclic e o campeonato de juniores, o segundo lugar do campeonato Sub-19 é suficiente para o Benfica voltar à prova.

Coventry sobe à Premier League 25 anos depois

 

O Coventry City subiu à Premier League 25 anos depois ao empatar na visita ao Blackburn Rovers (1-1) esta sexta-feira, na abertura da 43.ª jornada do Championship, garantindo uma das duas vagas de promoção direta.

Os 'sky blues' ainda estiveram a perder na segunda parte com um golo do japonês Ryoya Morishita (54'), mas Bobby Thomas (84') igualou para a equipa treinada por Frank Lampard, antigo internacional inglês e lenda do Chelsea.

A três rondas do fim do Championship, o Coventry consolidou a liderança isolada e passou a contabilizar 86 pontos, contra 75 do Ipswich, segundo classificado (menos dois jogos), e 73 do Millwall (menos um jogos), que já não tem possibilidades de alcançar o líder e está em posição de acesso ao play-off de promoção, a ser disputado entre o terceiro e o sexto.

Membro da edição inaugural da Premier League, fundada em 1992/93, o Coventry esteve nove épocas consecutivas na elite, da qual se despediu em 2000/01, tendo, desde então, passado pelos três patamares inferiores dos campeonatos nacionais ingleses e ressurgido nesta década.

Depois de triunfarem na final do play-off de subida da quarta divisão em 2017/18, o Coventry conquistou a League One em 2019/20 e estabilizaram-se no segundo escalão nas seis temporadas subsequentes.

Nesse período, o Coventry atingiu o play-off de acesso à Premier League por duas vezes. Em 2022/23, foi batido pelo Luton Town no desempate por penáltis - antes de transferir Viktor Gyökeres para o Sporting - e, na época passada, perdeu nas 'meias' diante do Sunderland.

Mistério em Inglaterra: medalhas dos títulos conquistados pelo Man. City em 2022/23 colocadas em leilão

 

É um dos mistérios do dia em Inglaterra. Surgiu esta sexta-feira na plataforma de leilões 'Budds' uma coleção completa das cinco medalhas conquistadas pelo Manchester City em 2022/23, das mais bem sucedidas da história do clube, sem que se saiba ao certo quem a terá colocado a leilão.

O 'Daily Mail' fala num "jogador ou elemento do staff misterioso", que terá colocado a leilão objetos que terão um preço inicial de licitação de 30 mil libras (cerca de 35 mil euros), mas que deverá chegar facilmente aos 80, 90 mil euros.

Desta coleção, que está integrada no leilão 'Made in Manchester Live', fazem parte as medalhas de campeão da Premier League, FA Cup e Champions League, para lá das que foram entregues pela Supertaça Europeia e pelo Mundial de Clubes.

Além deste pacote de medalhas, no leilão a ser realizado a 28 de abril fazem ainda parte outros objetos de grande valor, como a camisola negra usada por Cristiano Ronaldo no Man. United-Liverpool de 2005 (licitação inicial de 5,5 mil libras) e ainda dois pares de chuteiras de CR7, também com o mesmo valor inicial. E há também uma camisola do Benfica, usada por Paulo Sousa em 1992, durante um jogo de homenagem a Eusébio entre águias e o Man. United.



sexta-feira, 17 de abril de 2026

Ashley Cole: «Não vou ser um José Mourinho, não tenho esse estatuto...»

 

A viver a primeira experiência como treinador principal depois de vários anos como adjunto em Inglaterra, o antigo jogador Ashley Cole lamentou a "falta de oportunidades" em terras de Sua Majestade, explicando então a mudança para Itália para orientar o Cesena, da segunda divisão.

"Estava a começar a ficar um pouco desanimado com a falta de oportunidades em clubes em Inglaterra com os quais entrei em contacto. Gostam de usar o argumento de que não tenho experiência. E eu respondo: 'Percebo o que estão a dizer e concordo, mas como é que vou ganhar experiência? Essa é a batalha que temos de travar quando somos adjuntos durante seis ou sete anos. Temos de dar um salto de fé, mas um clube também tem de dar esse salto", começou por referir em entrevista à BBC.

Ashley Cole destacou o facto de ser um dos primeiros treinadores ingleses negros em Itália. "Não creio que existam muitos treinadores ingleses negros a trabalhar em Itália, por isso, sim, é um enorme voto de confiança da parte deles e estou muito orgulhoso por estar aqui. É um excelente sítio para estar e para começar. Estou contente por estar de volta. Vamos fazer algo diferente, algo especial".

"É evidente que há muitos antigos jogadores negros, mas não há muitos antigos jogadores negros a serem treinadores. Estão a tirar os cursos de treinador? Sim, estão. Estão a candidatar-se a empregos? Sim, estão. Isso é claro, é um facto. Se assim é, então com certeza que existe um problema. Mas não posso comentar sobre coisas que não conheço", prosseguiu.

Na mesma entrevista à emissora britânica, Ashley Cole referiu ainda o nome de... José Mourinho, treinador que o orientou no Chelsea: "Não vou ser um José Mourinho, não tenho esse estatuto nem esse respeito porque ainda não ganhei nada. O Carlo Ancelotti é ponderado e calmo - e foi um jogador e treinador de sucesso - por isso não posso ser como ele. Também não posso ser um Rafa Benítez. Tenho de retirar um pouco de cada um deles, ser eu próprio, confiar no meu processo e focar-me no Cesena. Quero trabalhar e espero que, um dia, possa ganhar um troféu".

Médico garante em tribunal estar inocente na morte de Maradona: «O diagnóstico revelado na autópsia...»

 

O médico pessoal de Diego Maradona clamou, em tribunal, estar inocente, no processo que julga a morte do ídolo argentino de futebol, ocorrida em 2020.

"Estou inocente e lamento profundamente a sua morte", assegurou o neurocirurgião Leopoldo Luque, ouvido no tribunal de San Isidro, onde estão a ser julgados os sete elementos da equipa médica acusada (médico, psiquiatra, psicólogo e enfermeiros), dez meses depois de um primeiro julgamento ter sido interrompido.

Os sete profissionais de saúde comparecem em tribunal com a acusação de homicídio com dolo eventual, ou seja, terem cometido atos negligentes sabendo que poderiam levar à morte.

Todos negam responsabilidade na morte de Maradona, escudando-se essencialmente no seu papel específico de um processo segmentado, remetendo mesmo a responsabilidade para os outros de um crime que pode ser punido com oito a 25 anos de prisão.

Maradona morreu em 25 de novembro de 2020, aos 60 anos, de crise cardiorrespiratória associada a edema pulmonar, quando estava em convalescença após neurocirurgia sem complicações a um hematoma na cabeça.

Esta é a primeira vez que Leopoldo Luque é ouvido no processo, incluindo o julgamento anulado em 2025 depois de dois meses, com 20 audiências e 44 testemunhas ouvidas.

Luque falou cerca de 30 minutos e defendeu, a exemplo de outros acusados, a tese de morte natural de Diego Maradona.

"O diagnóstico revelado na autopsia foi de insuficiência cardíaca crónica com cardiomiopatia dilatada, que descompensou e se agravou por falta de tratamento", afirmou Luque, citando os peritos. Insuficiência cardíaca "associada a substâncias tóxicas", vincou.

Enquanto médico pessoal de Maradona, a quem esteve ligado nos últimos anos de vida do antigo jogador, Luque foi apontado por várias testemunhas, no primeiro processo, como um dos principais decisores no grupo ligado a Maradona.

Hoje, recordou que não foi ele, apesar de neurocirurgião, a operar Maradona ao hematoma na cabeça, e que não era seu médico em 2007, quando "deixou de receber tratamento cardíaco".

Luque também se distanciou da hospitalização a domicílio, decisão tomada pela equipa médica e família, em condições agora contestadas. "Sobre isso, disse explicitamente que sou neurocirurgião, não médico clínico, psiquiatra ou psicólogo", disse.

No início do processo, a acusação afirmou que ia demonstrar que a convalescença de Maradona foi "cruel, lapidar, desprovida de tudo" e que a equipa médica "decidiu não ouvir múltiplos sinais de alarme, abandonando Diego Maradona à sua sorte, condenando-o À morte".

O processo, com duas audiências por semana previstas, deverá prolongar-se por três semanas.

Ex-treinador do Tondela sofre enfarte

 

Natxo González, treinador espanhol que dirigiu o Tondela em 2019/20 e orienta atualmente o Sant Andreu (4.ª divisão do país vizinho), sofreu um enfarte na quarta-feira. O quadro clínico do técnico de 59 anos é, felizmente, estável.



quinta-feira, 16 de abril de 2026

Presidente da FIFA deixa garantia sobre Mundial'2026: «O Irão irá, isso é certo»

 

O Irão vai participar no Mundial'2026, afirmou o presidente da FIFA, a menos de dois meses do início do torneio coorganizado pelos Estados Unidos, apesar da guerra entre os dois países.

"O Irão virá, isso é certo", declarou Gianni Infantino, na quarta-feira, durante uma conferência económica organizada pela emissora norte-americana CNBC em Washington.

"Esperamos que até lá [o início da competição, a 11 de junho], a situação já seja pacífica, o que ajudaria muito", explicou o dirigente suíço.

"Mas o Irão tem de vir, representam o seu povo, qualificaram-se, os jogadores querem jogar", disse Infantino.

O presidente da FIFA visitou a seleção iraniana durante um estágio em Antalya, na Turquia, no final de março, e assistiu ainda à vitória da equipa sobre a Costa Rica (5-0), num jogo particular disputado sem adeptos.

Na altura, o vice-presidente da Federação Iraniana de Futebol (FFIRI), Mahdi Mohammadnabi, garantiu que os persas "vão cumprir todas as decisões da FIFA", mas advertiu que "cada país anfitrião da competição "assumiu compromissos e deve respeitá-los".

A 23.ª edição do Campeonato do Mundo realiza-se de 11 de junho a 19 de julho e conta pela primeira vez com 48 seleções, numa inédita organização tripartida entre Canadá, México e Estados Unidos, sede dos três jogos dos iranianos no Grupo G, formado também por Bélgica, Egito e Nova Zelândia.

Apurado pela sétima vez, e quarta seguida, o Irão defronta os neozelandeses e os belgas em Los Angeles, em 16 e 21 de junho, respetivamente, e fecha a primeira fase diante dos egípcios, no dia 27 do mesmo mês, em Seattle.

O Irão é um dos países cujos residentes estão impedidos de entrar nos Estados Unidos pela administração do Presidente norte-americano Donald Trump, que já prometeu isentar jogadores, equipas técnicas e outros funcionários antes do torneio.

No entanto, Trump também desaconselhou a presença da seleção iraniana e disse que os jogadores poderiam não estar seguros nos Estados Unidos (EUA).

Em 28 de fevereiro, os EUA e Israel lançaram uma vaga de bombardeamentos contra o Irão, que matou Ali Khamenei, líder supremo do país asiático desde 1989.

Em 11 de março, Gianni Infantino disse ter recebido garantias de Donald Trump, com quem tem uma relação próxima, de que o Irão terá permissão para entrar nos Estados Unidos.

"O desporto deve estar fora da política", reafirmou o presidente da FIFA, na quarta-feira.

"Tudo bem, não vivemos na Lua, vivemos no planeta Terra. Mas se mais ninguém acredita em construir pontes e mantê-las intactas e unidas, então somos nós que vamos fazer esse trabalho", explicou Infantino.

O dirigente afirmou ainda que o maior Mundial alguma vez organizado, em três países e com 48 seleções, será "um sucesso" se for "bem-sucedido do ponto de vista da segurança, ou seja, sem incidentes, e do ponto de vista do futebol, com grandes jogos e futebol emocionante".