Sadettin Saran, presidente do Fenerbahçe, foi esta quinta-feira libertado, com a obrigação de se apresentar duas vezes por semana numa esquadra da polícia, depois de ter sido detido em Istambul, na noite do dia 24, no âmbito de uma investigação relacionada com o tráfico e consumo de estupefacientes.
A operação conduzida pela Justiça turca incidiu sobre dezenas de artistas, jornalistas, empresários e até influenciadores digitais, os quais foram submetidos a exames laboratoriais, entre eles análises a amostras de cabelo. A agência ‘Anadolu’ adiantou que os testes de Sadettin Saran deram positivo, tendo o jornal ‘Sozcu’ referido que a substância detetada foi a cocaína. O Ministério Público informou, por outro lado, que a detenção se ficara a dever a suspeitas de tráfico, incitamento ao uso e utilização de narcóticos.
O depoimento prestado ontem pelo dirigente de 61 anos não terá sido muito diferente do comunicado que divulgara nas redes sociais, no qual refutara todas as acusações. “Nunca na minha vida utilizei a substância que dizem ter dado positivo nas análises realizadas no laboratório forense. Não só nunca a usei como nunca sequer a vi de perto. Estas alegações são uma tentativa de destruir a minha reputação e, simultaneamente, a das instituições que represento”, vincou Sadettin Saran. Segundo a ‘Anadolu’, o presidente do Fenerbahçe está proibido de se ausentar do país.

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