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terça-feira, 19 de julho de 2022

Shakhtar exige 50 milhões à FIFA

 

A decisão da FIFA em permitir que jogadores e treinadores a trabalhar na Ucrânia ou na Rússia pudessem suspender temporariamente contratos para poderem sair dos respetivos clubes levou o Shakhtar Donetsk a recorrer ao Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) em busca de uma indemnização. O clube ucraniano perdeu vários futebolistas devido a essa regra – implementada depois da invasão russa da Ucrânia e, depois, prolongada até final de 2022/23 em junho passado – e, agora, pede uma compensação de 50 milhões de euros.

Os responsáveis do Shakhtar, que contavam com 14 jogadores estrangeiros no plantel no início do ano, consideram-se prejudicado porque estavam a tentar negociar a venda de vários desses elementos quando a FIFA decidiu prolongar a medida. De acordo com a comunicação enviada ao TAS, divulgada pela BBC e pelo ‘The Athletic’, o Shakhtar considera ter perdido 50 M€ só na transferência de quatro jogadores estrangeiros. "Todos dizem que somos a família do futebol. Essa decisão simplesmente cancelou esse slogan. Não somos uma família do futebol porque ninguém se importa com os clubes ucranianos. É uma grande pena. A FIFA não se importa connosco", referiu Serhiy Palkin, diretor geral do Shakhtar, ao ‘The Athletic’.

O dirigente ucraniano acrescentou que teria ficado satisfeito se a decisão fosse anunciada apenas em agosto, porque teria mais de um mês para negociar as transferências. Segundo Palkin, a FIFA mentiu ao dizer que havia consultado todas as partes envolvidas, porque nenhum grande clube da Ucrânia, nem a federação local, participou nessas conversas. "Eles tomaram a decisão completamente sem o nosso envolvimento", garantiu, apontando os casos concretos de Manor Solomon (agora no Fulham) e Tetê (Lyon), nos quais os clubes acabaram por retirar as propostas iniciais depois de ser conhecida a decisão da FIFA.

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