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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Não Quero Jogar no Benfica B

Djaniny quer continuar a jogar nos principais palcos para poder evoluir cada vez mais. O avançado contratado pelo Benfica à U. Leiria em Janeiro, por estes dias de férias em Cabo Verde, falou dos objetivos para a nova época e deixou uma certeza: jogar na segunda equipa dos encarnados não está nos seus horizontes.

«Sei que há vários clubes interessados em conseguir o meu empréstimo, mas deixo isso para o meu empresário, Pedro Cordeiro, que está a tratar de todo o processo. Portugueses ou estrangeiros? Não teria problema em emigrar, mas, repito, estas questões passam unicamente pelo meu representante», afirmou o internacional cabo-verdiano.

Apesar de não revelar preferências, Djaniny aborda de forma desassombrada as perspetivas que o clube da águia poderia ter quando decidiu contratá-lo aos leirienses. E de uma coisa não tem dúvidas: «Se puder continuar a jogar ao nível de uma I Divisão será muito melhor. Não quero jogar no Benfica B!»

«Vou tentar levar isto com calma, com os pés bem assentes do chão, para prosseguir a minha carreira visando sempre os mais altos objetivos», completou, relevando que voltará a Portugal na próxima semana, para se reunir com o empresário e decidir o futuro. Um dos emblemas interessados é a Académica, mas todas as tentativas para contatar o agente do jogador revelaram-se infrutíferas.

Enquanto isso, o cabo-verdiano aproveita para acompanhar o grande acontecimento desportivo do momento. «Penso que Portugal fez um grande Euro. Merecia ter chegado à final», admitiu, ele que ainda chegou a ser cogitado pelos responsáveis federativos para representar os sub-21 lusos. «Nunca trocaria o meu país por outro!», garantiu.

O Velense, dos Açores, pelo qual Djaniny começou a jogar em Portugal, ainda não recebeu os direitos de formação do jovem ponta-de-lança. «Não é muito, porque foram só dois anos, mas para um clube como nós é muito importante», revelou Dominique, vice-presidente do emblema de São Jorge.

O dirigente reclama ainda, mas agora à U. Leiria, 10 por cento da transferência ao abrigo de uma cláusula do acordo que permitiu ao jogador o salto para o continente. «O assunto está entregue a um advogado, vamos ver o que acontece. Mas fico contente que o Djaniny tenha assentado a cabeça e voltado a ouvir quem mais o ajudou», finalizou.

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